Categoria: NOTICIAS

Ao lado de João Campos, Lula participa do Galo da Madrugada em Recife

Ao lado de João Campos, Lula participa do Galo da Madrugada em Recife

O maior bloco de Carnaval do mundo serviu de palco para um importante gesto político na manhã deste sábado. O presidente Lula desfilou pelas ruas do Centro do Recife ao lado do prefeito João Campos (PSB), consolidando a aliança entre o Palácio do Planalto e a gestão municipal durante o desfile do Galo da Madrugada. A recepção da dupla ocorreu no tradicional camarote oficial, localizado na Praça Sérgio Loreto. Sob um sol de 30°C, a chegada do presidente foi marcada por uma mistura de frevo e gritos de apoio. Lula, vestindo uma camisa temática do bloco, ressaltou a importância cultural da festa pernambucana para a identidade brasileira. Paraíba Debate

Valéria Aragão prestigia eventos religiosos de Campina Grande e destaca apoio do Governo do Estado para o “Carnaval da Paz”

Valéria Aragão prestigia eventos religiosos de Campina Grande e destaca apoio do Governo do Estado para o “Carnaval da Paz”

Campina Grande consolidou nos últimos anos a marca de capital da paz, da fé e da espiritualidade em função da realização de eventos religiosos e filosóficos que chamam a atenção de todo Brasil durante o Carnaval. Enquanto muitos procuram folia nas grandes cidades, na Rainha da Borborema outros procuram tranquilidade.   Para fortalecer a vocação do município para o turismo religioso, no início da semana o Governo do Estado anunciou apoio financeiro para o “Carnaval da Paz”. A vereadora Valéria Aragão (Republicanos) participou da agenda ao lado do vice-governador Lucas Ribeiro (Progressistas).   Foram assinados termos de fomento que destinaram mais de R$ 800 mil para a realização de eventos e encontros religiosos. O aporte integra um montante maior, que ultrapassa R$ 4 milhões em toda Paraíba, viabilizado por meio da Secretaria de Estado da Cultura para preservar tradições e estimular a economia local.   Na noite da quinta-feira (12), Valéria esteve na abertura da 28ª edição da “Consciência Cristã” também acompanhando a comitiva do vice-governador Lucas Ribeiro. Em contato com a imprensa, a vereadora destacou a importância do encontro do público evangélico e da parceria com o Governo do Estado.   “Campina Grande faz realmente um Carnaval diferente, de paz, fraternidade e harmonia. A terra do Maior São João do Mundo mostra que além do forró, pode oferecer ao visitante e ao próprio povo da cidade a renovação da fé em Deus. A gente conta com a contribuição do Governo do Estado no aporte financeiro e também na segurança, na saúde e na logística”, declarou.   Na sexta (13), Valéria foi até o Centro de Convenções para a abertura da edição 2026 do “Encontro Nacional da Família Católica – Crescer”, que também integra a programação do “Carnaval da Paz” e segue até a próxima terça (17).   “Sou Cristã, sou Católica e sou devota de Nossa Senhora. Meu coração fica feliz ao ver o nosso Centro de Convenções, espaço entregue pelo Governo João Azevêdo para Campina Grande e para toda Paraíba, repleto de pessoas buscando Deus, paz e amor. Vejo que nossos mandatos precisam trabalhar por essa cultura de paz e por respeito entre todas as pessoas e religiões. A fé nos ajuda a cumprir essa missão”, pontuou a vereadora.   _Ascom – Valéria Aragão_ Paraíba Debate

Justiça impõe mais de 5 anos de prisão ao Padre Egídio e a ex-técnico de TI

Justiça impõe mais de 5 anos de prisão ao Padre Egídio e a ex-técnico de TI

A juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho, da 3ª Vara Criminal de João Pessoa, condenou nesta sexta-feira (13) o ex-diretor do Hospital Padre Zé, Egídio de Carvalho Neto, e o ex-chefe do setor de Tecnologia da Informação da unidade, Samuel Rodrigues Cunha Segundo, por apropriação indébita qualificada no âmbito da Operação Indignus. A sentença, reconheceu que os dois atuaram em conjunto para desviar bens de alto valor — principalmente celulares, tablets e equipamentos eletrônicos — doados pela Receita Federal ao hospital e à Ação Social Arquidiocesana. Segundo a magistrada, “a partir do momento em que os acusados retiraram os bens do circuito institucional regular e lhes conferiram destinação privada e ilícita, restou caracterizada a inversão do título da posse, consumando-se o crime de apropriação indébita”. Como ocorreu o crime De acordo com a decisão, ao menos 676 itens foram desviados entre junho e julho de 2023, causando prejuízo estimado em mais de R$ 500 mil. As mercadorias foram recebidas em Foz do Iguaçu e, por decisão da própria direção do hospital, as caixas com produtos de maior valor foram armazenadas na sala da presidência, área de acesso restrito. Posteriormente, 12 das 15 caixas guardadas no local foram encontradas vazias. A sentença aponta que os produtos foram vendidos no mercado paralelo, com pagamentos feitos principalmente em dinheiro. A juíza entendeu que houve divisão de tarefas entre os réus. Samuel teria sido responsável pela venda dos aparelhos, enquanto Egídio, na condição de diretor-presidente, exercia o controle e o comando da ação. A decisão aplicou a teoria do domínio do fato para fundamentar a responsabilidade do ex-gestor. “A prova coligida demonstra que foi o acusado Egídio Neto quem determinou quais itens de maior valor econômico deveriam ser armazenados em sua sala pessoal, ambiente de acesso restrito. (…) evidencia-se que o acusado detinha o domínio da organização criminosa e exercia poder de comando sobre sua dinâmica operacional”, destaca a sentença. Condenação Egídio de Carvalho Neto foi condenado a 5 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto. Atualmente, ele permanece em prisão domiciliar humanitária, sob monitoramento eletrônico, em razão de problemas graves de saúde. Samuel Rodrigues Cunha Segundo recebeu pena de 4 anos, 7 meses e 16 dias, também em regime semiaberto. Ele responde em liberdade, com medidas cautelares diversas da prisão. Ambos deverão pagar multa. Além das penas privativas de liberdade, os réus foram condenados a ressarcir R$ 525.877,77 por danos materiais e a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos. A decisão ainda cabe recurso. Política Paraíba

Queiroga diz que Cabo Gilberto deve disputar reeleição à Câmara mesmo com sugestão para o Senado

Queiroga diz que Cabo Gilberto deve disputar reeleição à Câmara mesmo com sugestão para o Senado

O presidente do PL na Paraíba, Marcelo Queiroga, afirmou nesta sexta-feira (13) que o deputado federal Cabo Gilberto pretende disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados, mesmo após a sugestão do ex-presidente Jair Bolsonaro para que ele concorra a uma vaga no Senado. A declaração foi dada em entrevista ao Programa Hora H, da Rede Mais e da Rádio POP FM. Segundo Queiroga, embora o nome de Cabo Gilberto seja citado naturalmente para a segunda vaga ao Senado, a intenção do parlamentar é permanecer na disputa pela Câmara Federal. “A segunda vaga de senador está aberta, naturalmente Gilberto é o nome, mas pelo que Gilberto me falou, na realidade, o pleito dele é buscar a reeleição na Câmara Federal”, afirmou o ex-ministro. Durante a entrevista, Queiroga também levantou a possibilidade de Cabo Gilberto integrar uma chapa presidencial como vice, citando o desejo de setores bolsonaristas por um nome do Nordeste. Ele sugeriu que o deputado poderia compor uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. “Gilberto pode disputar qualquer cargo eletivo. É uma figura muito popular, muito querida pela população da Paraíba e, no contexto em que se fala em um vice nordestino, por que não o próprio Cabo Gilberto aqui da Paraíba representando o nosso Nordeste?”, declarou Queiroga. Fonte: Mais PB Política Paraíba

Nominando deixa cargo de Conselheiro do TCE-PB em Março

Nominando deixa cargo de Conselheiro do TCE-PB em Março

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) passará por uma transição significativa em sua cúpula administrativa e técnica nos próximos dias. O atual presidente da Corte, o conselheiro Nominando Diniz, confirmou oficialmente que deixará o cargo no mês de março. A saída não se dá por questões políticas ou administrativas, mas sim pelo cumprimento da aposentadoria compulsória. Ao atingir a idade limite de 75 anos, conforme preconiza a “PEC da Bengala” e a legislação vigente para membros de Tribunais de Contas e do Poder Judiciário, Diniz encerra um ciclo de décadas de atuação na vida pública paraibana.   A disputa pela indicação da ALPB já desperta o interesse de parlamentares veteranos e nomes técnicos de confiança do Governo do Estado. Como a vaga de conselheiro é vitalícia (até os 75 anos) e possui prerrogativas de desembargador, o cargo é um dos mais cobiçados do cenário institucional. Nos próximos dias, espera-se que o governador e o presidente da Assembleia iniciem as conversas formais para a escolha de um nome que mantenha o equilíbrio técnico da Corte de Contas. Paraíba Debate

Guga Pet denuncia descaso e mortes no Hospital Veterinário de João Pessoa: “Mandam voltar para casa”

Guga Pet denuncia descaso e mortes no Hospital Veterinário de João Pessoa: “Mandam voltar para casa”

O vereador Guga Pet subiu o tom contra a gestão do Hospital Veterinário Municipal de João Pessoa, denunciando o que chamou de sucateamento da unidade e negligência no atendimento aos animais da capital. Segundo o parlamentar, a estrutura, que teria potencial para ser referência, opera muito abaixo de sua capacidade técnica, resultando em mortes evitáveis e no desamparo de tutores. De acordo com os dados apresentados pelo vereador, o hospital possui estrutura para realizar mais de 300 cirurgias mensais, mas a média atual não ultrapassa 132 procedimentos. A denúncia aponta que a ociosidade da equipe e das salas cirúrgicas contrasta com as longas filas e a negativa de atendimento. O parlamentar destacou que o sucateamento afeta principalmente as famílias de baixa renda e os protetores independentes, que dependem exclusivamente do serviço público. Sem o suporte do hospital, muitos animais acabam morrendo por falta de intervenções simples ou cuidados pós-operatórios básicos. Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Saúde ou a direção do Hospital Veterinário não haviam se pronunciado oficialmente sobre os números apresentados pelo vereador. Paraíba Debate

Vereador Guga Pet e secretário trocam acusações após confusão em hospital veterinário de João Pessoa

Vereador Guga Pet e secretário trocam acusações após confusão em hospital veterinário de João Pessoa

O vereador de João Pessoa Guga Pet (PP) afirmou, nesta quinta-feira (12), que não foi conduzido à delegacia após uma confusão registrada no Hospital Veterinário Municipal e que a Polícia Militar teria reconhecido excessos por parte da Prefeitura. Já o secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, declarou que vai processar o parlamentar por desacato e agressão. Em vídeo publicado nas redes sociais, Guga Pet disse que foi impedido de entrar na unidade e ameaçado de ser algemado. “Se quiserem me prender, me prendem. A Prefeitura não vai me calar”, afirmou. Segundo o vereador, ele não foi levado à delegacia porque a polícia teria reconhecido falhas na condução da situação por parte da gestão municipal. Welison Silveira contestou a versão e afirmou que o parlamentar forçou a entrada no hospital, estava alterado e agrediu servidores. “A fiscalização é legítima e faz parte da democracia. Mas ultrapassar limites institucionais, constranger servidores e comprometer o funcionamento de uma unidade de saúde não é fiscalização, é abuso”, declarou. Guga Pet já comandou o Hospital Veterinário Municipal, onde atuou como diretor até outubro do ano passado. Em janeiro deste ano, chegou a indicar o próprio filho para o cargo, mas a nomeação foi revogada após 24 horas. O rompimento político com o prefeito Cícero Lucena (MDB) ocorreu em seguida, depois que o vereador decidiu permanecer no PP, partido do vice-governador Lucas Ribeiro, pré-candidato ao Governo da Paraíba. Política Paraíba

Milhões de arquivos revelados: o escândalo Epstein e a rede de poder que teria protegido abusos por décadas

Milhões de arquivos revelados: o escândalo Epstein e a rede de poder que teria protegido abusos por décadas

A divulgação de milhões de documentos judiciais nos Estados Unidos, conhecidos como “Epstein Files”, voltou a iluminar um dos mais graves escândalos de abuso e tráfico sexual de menores da história recente. Mais do que detalhar os crimes atribuídos ao financista Jeffrey Epstein, o material revela indícios de uma estrutura ampla de proteção envolvendo círculos de poder, onde influência política e econômica teriam sustentado anos de silêncio. Reportagens internacionais descrevem como o esquema teria resistido por décadas, operando entre a alta finança, redes de influência e atividades criminosas. O acervo tornou-se público por meio de um endereço eletrônico criado por um especialista em tecnologia, permitindo acesso aberto a quem deseje examinar os arquivos. A origem do silêncio As denúncias surgiram muito antes da explosão pública do caso, mas, segundo registros, não receberam a devida atenção institucional. Em 1996, a artista Maria Farmer relatou ao FBI abusos que atribuía a Epstein e à sua associada, Ghislaine Maxwell. O alerta não avançou. Em 2002, a jornalista Vicky Ward tentou publicar acusações na revista Vanity Fair, porém o conteúdo foi retirado após pressões atribuídas ao financista. Esse contexto culminou, em 2008, em um acordo judicial na Flórida amplamente questionado. Epstein declarou-se culpado por acusações menores, recebeu pena reduzida e obteve imunidade para possíveis coenvolvidos, um ponto que, segundo críticos, teria contribuído para prolongar a atuação da rede. O operador de influência Além das acusações criminais, novas investigações apontam Epstein como um intermediário de alto nível entre círculos políticos e financeiros internacionais. Registros indicam sua proximidade com figuras influentes, incluindo o ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak, com quem teria mantido contatos relacionados a investimentos em empresas de tecnologia e segurança de dados. Essa atuação ajudaria a explicar a presença de nomes de ex-chefes de Estado, empresários e membros da realeza em seus registros de relacionamento. A suspeita levantada por analistas é que Epstein oferecia acesso e conexões estratégicas, enquanto se beneficiava da proteção indireta de redes de poder. O impacto sobre a realeza britânica A exposição do caso atingiu figuras antes consideradas intocáveis, com destaque para o príncipe Andrew. Em novembro de 2019, ele concedeu entrevista à BBC tentando responder às acusações de Virginia Giuffre, que afirma ter sido explorada sexualmente após ser traficada por Epstein. A repercussão foi amplamente negativa. Observadores apontaram falta de empatia com as vítimas e inconsistências em suas explicações. A pressão pública levou ao afastamento progressivo do príncipe da vida oficial, incluindo a perda de funções militares e do tratamento de “Sua Alteza Real”. Consequências políticas A crise também teve efeitos políticos no Reino Unido. O então chefe de gabinete Morgan McSweeney renunciou após a controvérsia envolvendo a indicação de Peter Mandelson para o cargo de embaixador em Washington. A ligação prévia de Mandelson com Epstein tornou sua posição insustentável. O primeiro-ministro Keir Starmer agradeceu os serviços do assessor, mas a oposição passou a questionar a condução política do governo. Críticas à cobertura da imprensa O caso também reacendeu debates sobre o papel da mídia. Parte dos críticos afirma que veículos concentraram atenção em algumas linhas de investigação enquanto teriam dado menos destaque às conexões de Epstein com setores estratégicos do poder ocidental. Para analistas, essa lacuna levanta questionamentos sobre conflitos de interesse dentro do próprio ecossistema midiático. Paraíba Debate

Secretário municipal de Itumbiara atira contra os filhos, mata um deles e tira a própria vida

Secretário municipal de Itumbiara atira contra os filhos, mata um deles e tira a própria vida

O secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara, no sul do estado, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos e, em seguida, tirou a própria vida na noite da quarta-feira (11), conforme confirmou a Polícia Militar à reportagem da TV Anhanguera. Thales era genro do prefeito Dione Araújo. O filho mais velho, de 12 anos, chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos. Já o caçula, de 8 anos, passou por cirurgia e permanece internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, segundo informou a Secretaria de Comunicação do município. Horas antes do crime, Thales publicou um vídeo nas redes sociais ao lado dos filhos, acompanhado de uma mensagem. “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”, escreveu. Os corpos do pai e do filho foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML). De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada, realizou o isolamento da área e preservou o local até a chegada das equipes responsáveis pela perícia. A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do caso, e as investigações seguem em andamento. Em nota oficial, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto de três dias a partir desta quinta-feira (12) pelo falecimento do secretário. Durante o período, os atendimentos ao público nos órgãos da administração direta e indireta foram suspensos. A rede municipal de ensino também encerrou as aulas às 9h30, com retorno previsto para sexta-feira (13). Paraíba Debate

Mensagem de despedida expõe crise antes da tragédia que terminou com três mortes em Itumbiara

Mensagem de despedida expõe crise antes da tragédia que terminou com três mortes em Itumbiara

Em uma publicação que circulou nas redes sociais, o secretário de Governo de Itumbiara, Thales Machado, que matou os dois filhos e, em seguida, tirou a própria vida na quinta-feira (12), deixou uma mensagem interpretada como despedida, na qual relatava viver um momento de crise pessoal. No texto, ele mencionou dificuldades no relacionamento conjugal e citou uma viagem da esposa para São Paulo, descrevendo a situação sob sua própria perspectiva, sem apresentação de detalhes adicionais ou confirmações. A postagem foi feita no dia em que Thales completava 40 anos. Em um dos trechos, ele se referiu aos filhos como “anjos” e utilizou expressões consideradas sensíveis, o que conferiu ao conteúdo um tom de preocupação. Posteriormente, a publicação passou por alterações. O conteúdo original deixou de estar integralmente disponível na rede social, e não há informações oficiais sobre os motivos das mudanças nem sobre quem teria realizado as edições. Ao final da mensagem, Thales pediu perdão a familiares, amigos e a Deus. Paraíba Debate